Home Brasil Sindicato dos Professores  Apoia Defesa da Vida em Tempos de Pandemia

Sindicato dos Professores  Apoia Defesa da Vida em Tempos de Pandemia

Sindicato dos Professores de Macaé e Região.

“Defender a vida na pandemia: porque não é hora de voltar”. Este é o nome do documento que mais de cem entidades sindicais e movimentos sociais e estudantis assinaram. O Sindicato dos Professores de Macaé e Região – Sinpro – foi um dos que estão participando ativamente desta campanha em defesa da proteção de saúde e vida dos professores.

“O Sindicato reafirma seu compromisso com as medidas definidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), entidade diretamente ligada às políticas de controle do contágio do Covid-19, e alerta que os municípios do Rio de Janeiro e de Duque de Caxias recentemente autorizaram, sem embasamento na prática científica e no bom senso, a abertura das instituições educacionais privadas em suas respectivas áreas de abrangência”, contou Guilhermina Rocha, presidente do Sinpro.

CAPITAL – Professores e professoras, em assembleia do Sinpro-Rio, aprovaram a greve pela vida caso a decisão do retorno às aulas seja mantida pelo Prefeito Marcelo Crivella porque entendem ainda haver risco de contaminação.

A Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ –  elaborou o documento sobre o risco do retorno às atividades escolares no Município do Rio de Janeiro, durante a pandemia da Covid-19. Elaborado pelo diretor da ENSP, Hermano Castro, e pelo pesquisador da Escola, André Perissè, o documento visa subsidiar autoridades públicas para a futura reabertura das escolas.

Castro e Perissé afirmam ser necessária a construção de diretrizes e protocolos rígidos para monitoramento e controle de casos, atenção redobrada para os alunos especiais e política de abordagem psicossocial e saúde mental. No momento, o município do RJ ocupa o primeiro lugar em quantidade de casos e mortes em relação a todo Estado.

O Sinpro Macaé e Região, representante dos professores da educação básica ao ensino superior, que trabalham nos estabelecimentos privados de ensino, defende que as escolas somente sejam reabertas a partir de uma análise científica e médico-sanitária, feita com o apoio de instituições com reconhecimento para tal, como a Fiocruz, universidades e outras instituições de notório saber.

Apenas dessa maneira, com o apoio de instituições desse porte, professores, alunos, funcionários e familiares não entram em risco.

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